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	<title>Associação Teatro Experimental de Lagos &#187; Silménia Magalhães</title>
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	<description>Lagos Experimental Theatre Association &#62; Associação TEL</description>
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		<title>O Sonho de Orpheu</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 21:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias e Memórias / Histories and Memories]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia / Poetry]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro / Theatre]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Lagos]]></category>
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		<description><![CDATA[“O Sonho de Orpheu” pelo Teatro Experimental de Lagos com encenação de Silménia Magalhães 3 Dezembro 2011 Sábado 21h30 Auditório do Centro Cultural de Lagos Sinopse O SONHO DE ORPHEU, inspirado na obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen, é um espectáculo sobre a ambição da humanidade. Orpheu venera o mar, onde acredita que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/O-Sonho-De-OrpheuWeb.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-6127" title="O Sonho De Orpheu[Web]" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/O-Sonho-De-OrpheuWeb-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a>“O Sonho de Orpheu”</h2>
<p style="text-align: center;">pelo Teatro Experimental de Lagos<br />
com encenação de Silménia Magalhães</p>
<h3 style="text-align: center;">3 Dezembro 2011 Sábado 21h30</h3>
<p style="text-align: center;">Auditório do Centro Cultural de Lagos<strong><br />
</strong><br />
<strong>Sinopse</strong></p>
<p>O SONHO DE ORPHEU, inspirado na obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen, é um espectáculo sobre a ambição da humanidade.</p>
<p>Orpheu venera o mar, onde acredita que existe o reino de todas as artes. É com o mar que ele sonha e a quem dedica toda a sua admiração. Sucumbindo ao sonho, ele parte em busca do que sempre soube existir, abandonando o seu amor, Eurydice.</p>
<p>Orpheu entra no reino das artes do mar, mas está corrompido pela ambição do mundo. Não é aceite e é expulso pelo próprio mar, já sem vida, para os braços de Eurydice.</p>
<p><strong><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/OsonhoOrpheu-NET.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-6134" title="OsonhoOrpheu NET" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/OsonhoOrpheu-NET-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Ficha técnica</strong></p>
<p style="text-align: left;">TEXTO/ Sophia de Mello Breyner Andresen<br />
ENCENAÇÃO / Silménia Magalhães<br />
ELENCO / Ana Machado, Daniel Matos, Fátima Vargas, Gustavo Varela, Henrique Guerra, Mónica Mayer e Valentina Grandi<br />
DURAÇÃO / 60 minutos<br />
PÚBLICO – ALVO / Maiores de 12<br />
CENÁRIOS E FIGURINOS / Cláudia Realista<br />
SONOPLASTIA /Davide Jacinto<br />
LUMINOTÉCNIA /Daniel Duarte<br />
PRODUÇÃO / Associação Teatro Experimental de Lagos<a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/IMG_9510-NET.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6135" title="IMG_9510 NET" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/11/IMG_9510-NET-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
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		<title>O Sonho de Orpheu</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 21:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias e Memórias / Histories and Memories]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia / Poetry]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro / Theatre]]></category>
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		<category><![CDATA[O Sonho de Orpheu]]></category>
		<category><![CDATA[Silménia Magalhães]]></category>

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		<description><![CDATA[“O Sonho de Orpheu” pelo Teatro Experimental de Lagos com encenação de Silménia Magalhães Estreia 27 Março 2011 Domingo 21h30 Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas Rua Dr. Júlio Dantas, nº4, Lagos Sinopse O SONHO DE ORPHEU, inspirado na obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen, é um espectáculo sobre a ambição da humanidade. Orpheu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/03/O-Sonho-De-OrpheuWeb.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-5635" title="O Sonho De Orpheu" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/03/O-Sonho-De-OrpheuWeb-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a>“O Sonho de Orpheu”</h2>
<p style="text-align: center;">pelo Teatro Experimental de Lagos<br />
com encenação de Silménia Magalhães</p>
<h3 style="text-align: center;">Estreia 27 Março 2011 Domingo 21h30</h3>
<p style="text-align: center;">Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas<br />
Rua Dr. Júlio Dantas, nº4, Lagos</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>O SONHO DE ORPHEU, inspirado na obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen, é um espectáculo sobre a ambição da humanidade.</p>
<p>Orpheu venera o mar, onde acredita que existe o reino de todas as artes. É com o mar que ele sonha e a quem dedica toda a sua admiração. Sucumbindo ao sonho, ele parte em busca do que sempre soube existir, abandonando o seu amor, Eurydice.</p>
<p>Orpheu entra no reino das artes do mar, mas está corrompido pela ambição do mundo. Não é aceite e é expulso pelo próprio mar, já sem vida, para os braços de Eurydice.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/02/O-Sonho-de-Orpheu.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-5539" title="O Sonho de Orpheu" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2011/02/O-Sonho-de-Orpheu-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span></strong></p>
<p>TEXTO/ Sophia de Mello Breyner Andresen<br />
ENCENAÇÃO / Silménia Magalhães<br />
ELENCO / Ana Machado, Daniel Matos, Fátima Vargas, Gustavo Varela, Henrique Guerra, Mónica Mayer e Valentina Grandi<br />
DURAÇÃO / 60 minutos<br />
PÚBLICO – ALVO / Maiores de 12<br />
CENÁRIOS E FIGURINOS / Cláudia Realista<br />
SONOPLASTIA /Davide Jacinto<br />
LUMINOTÉCNIA /Daniel Duarte<br />
PRODUÇÃO / Associação Teatro Experimental de Lagos</p>
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		<title>TEL faz educação através das artes</title>
		<link>http://www.ajtel.org/2010/02/18/tel-faz-educacao-atraves-das-artes/</link>
		<comments>http://www.ajtel.org/2010/02/18/tel-faz-educacao-atraves-das-artes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 09:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[In_Formação / In_Formation]]></category>
		<category><![CDATA[A Festa]]></category>
		<category><![CDATA[Projecto aProximArte]]></category>
		<category><![CDATA[Ruben Garcia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Projecto aProximArte, do Programa Escolhas 4ª geração, dinamizado pelo Teatro Experimental de Lagos (TEL) já arrancou e vai tentar fazer “educação através das artes”. O protocolo, assinado há alguns meses em Lisboa, contou com presença com o Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, e o TEL mereceu, na altura, rasgados elogios por se tratar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Projecto <strong>aProximArte,</strong> do Programa Escolhas 4ª  geração, dinamizado pelo <strong>Teatro Experimental de Lagos</strong> (TEL) já arrancou e vai tentar fazer <strong>“educação através das artes</strong>”.  O protocolo, assinado há alguns meses em Lisboa, contou com presença  com o Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, e o TEL mereceu, na  altura, rasgados elogios por se tratar do único grupo de teatro  concorrente ao programa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vai haver capoeira, kung fu, artes plásticas, escrita criativa,  música, break dance, hip hop, malabarismo e muitas outras coisas. Temos  como consórcios o Centro de Assistência Social Lucinda Anino dos Santos,  o Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco e a Câmara  Municipal de Lagos (CML)”, explica<strong> Silménia Magalhães</strong>,  presidente da direcção do TEL.</p>
<p style="text-align: justify;">O projecto aProximArte tem como objectivo promover as artes como  forma eficaz de inclusão social de crianças e jovens provenientes de  contextos mais vulneráveis, tendo em vista a igualdade de oportunidades e  o reforço da coesão social, através de <strong>ateliês de expressão  artística e performativa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desta iniciativa, o TEL está também envolvido noutros eventos  como o «<strong>Projecto Naia</strong>» e «<strong>Saidusufá e Bombaí</strong>»,  ambos dedicados aos mais novos. Ainda podemos ver a associação em  espectáculos de rua e em peças de teatro.</p>
<p style="text-align: justify;">“A CML é entidade que mais nos apoia. Depois, temos também o IPJ e a  Direcção Regional de Cultura do Algarve”, diz Silménia que lamenta a  falta de apoios de que as artes sofrem.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estou há muitos anos no TEL devido a uma mistura de <strong>teimosia  e amor</strong>. Estou muito envolvida com as crianças com problemas de  exclusão. Vejo-as vindas de famílias desfeitas e algumas chegam aqui  com fome. Houve uma altura em pensei em desistir, mas quando nos viramos  para este tipo trabalho é muito aliciante e <strong>gratificante</strong>.  Penso que a cultura é o maior veículo para a educação e um não existe  sem o outro”, confessa Silménia Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>«A Festa»</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O TEL voltou a trazer ao Centro Cultural de Lagos a peça «A Festa»,  encenada pelo lacobrigense<strong> Rúben Garcia</strong>, de 31 anos.  Tragicomédia de <strong>Spiro Scimone</strong>, esta peça estreou, em  Lagos, em Maio do ano passado e tem, segundo o encenador, sofrido  algumas alterações deste então.</p>
<p style="text-align: justify;">“A arte tem de ser uma forma de me expressar e tento dar isso à  minhas peças. Estão sempre vivas. A luz e o ambiente estão diferentes.  Está mais limpo. Gosto da simplicidade”, explica o encenador que foi  recentemente nomeado como melhor actor em Israel.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rúben Garcia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>“Não é fácil ser-se actor em Portugal e é difícil  viver-se do teatro no Algarve. Estive 3 anos no Teatro da Barraca, mas  senti-me preso artisticamente e precisava de trabalhar com novas  pessoas. Tenho feito muitas encenações no TEL e espero apresentar, em  Lagos, brevemente, um monólogo se tiver o apoio da Câmara Municipal,  porque acho que o mereço”. Para saber mais sobre o encenador visite <a href="http://rubengarciaactor.blogspot.com/" target="_blank">http://rubengarciaactor.blogspot.com/</a></p>
<p><strong>Silménia Magalhães</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Acho que não se pode dizer que o panorama cultural no Algarve é bom.  Tem havido muitos cortes financeiramente. A cultura está mal estruturada e  as câmaras que têm algum poder, continuam a dar alguma preferência ao  show off dos grandes eventos e aos grupos de fora. Há coisas muito  bonitas e que acontecem em pequenos espaços que passam despercebidas”.</p>
<p style="text-align: right;">Texto publicado no Jornal &#8220;O Algarve&#8221; de 18 de Fevereiro de 2010</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.oalgarve.com/tel-faz-educacao-atraves-das-artes/" target="_blank">http://www.oalgarve.com/tel-faz-educacao-atraves-das-artes/</a></p>
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		<title>&#8220;O Canto das Palavras&#8221; &#8211; Estreia na BML</title>
		<link>http://www.ajtel.org/2009/03/22/o-canto-das-palavras/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 21:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música / Music]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia / Poetry]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Municipal Lagos]]></category>
		<category><![CDATA[O Canto das Palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Silménia Magalhães]]></category>

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		<description><![CDATA[O Canto das Palavras pelo Teatro Experimental de Lagos com encenação de Silménia Magalhães Estreia 22 de Março 2009 (Domingo)  21h30  Entrada livre Biblioteca Municipal de Lagos &#8211; Dr. Júlio Dantas Rua Dr. Júlio Dantas, nº4, Lagos + info » Ver mapa Espaços Culturais Lagos Pelo 5º ano consecutivo, o Teatro Experimental de Lagos colabora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-2a.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-2356" title="o-canto-das-palavras-2a" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-2a-244x300.jpg" alt="o-canto-das-palavras-2a" width="171" height="210" /></a></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Canto das Palavras</strong><br />
pelo Teatro Experimental de Lagos<br />
com encenação de Silménia Magalhães</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Estreia 22 de Março 2009 (Domingo)  21h30  Entrada livre</strong></p>
<p style="text-align: center;">Biblioteca Municipal de Lagos &#8211; Dr. Júlio Dantas<br />
Rua Dr. Júlio Dantas, nº4, Lagos</p>
<p style="text-align: center;">+ info » <a href="http://maps.google.com/maps/ms?msa=0&amp;msid=109508032561831703030.00044c1d087bfc979a52f" target="_blank">Ver mapa Espaços Culturais Lagos</a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Pelo 5º ano consecutivo, o Teatro Experimental de Lagos colabora com a Biblioteca Municipal de Lagos Dr. Júlio Dantas nas comemorações do Dia Mundial da Poesia (21 Março), com o espectáculo “O Canto das Palavras”, apresentando poesia e música interventiva.</p>
<p style="text-align: justify;">In Lagos, poetry and protest music in &#8220;O Canto das Palavras&#8221;. The concert coordinated by Silménia Magalhães will take place on 22th March at 9.30 pm at Biblioteca Municipal de Lagos. The production is by the Lagos Experimental Theatre. Admission is free.</p>
<div style="text-align: center;">+ info » <a href="http://www.ajtel.org/atividades/espetaculos/o-canto-das-palavras/" target="_self">http://www.ajtel.org/atividades/espetaculos/o-canto-das-palavras/</a></div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">-</span></div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-3a.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-2358" title="o-canto-das-palavras-3a" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-3a-300x250.jpg" alt="o-canto-das-palavras-3a" width="210" height="175" /></a><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-a.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-2371" style="margin-left: 20px; margin-right: 20px;" title="o-canto-das-palavras-a" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-a-300x284.jpg" alt="o-canto-das-palavras-a" width="180" height="170" /></a><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-1a.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-2357" title="o-canto-das-palavras-1a" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/o-canto-das-palavras-1a-300x250.jpg" alt="o-canto-das-palavras-1a" width="210" height="175" /></a></div>
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		<title>&#8220;Auto da Vida e da Morte&#8221; em Pechão (Olhão)</title>
		<link>http://www.ajtel.org/2009/03/07/aleixo-em-pechao/</link>
		<comments>http://www.ajtel.org/2009/03/07/aleixo-em-pechao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 22:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança / Dance]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia / Poetry]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro / Theatre]]></category>
		<category><![CDATA[António Aleixo]]></category>
		<category><![CDATA[Auto da Vida e da Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Dança Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal "Notícias de Lagos"]]></category>
		<category><![CDATA[Maria João Alcobia]]></category>
		<category><![CDATA[Silménia Magalhães]]></category>

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		<description><![CDATA[Auto da Vida e da Morte de António Aleixo pelo Teatro Experimental de Lagos com encenação de Silménia Magalhães 07 Março 2009 (Sábado) 22h00 Em Março, o teatro, a arte mais nobre de representar, esteve em destaque em Pechão com alguns dos melhores grupos algarvios a visitarem aquela Freguesia do Concelho de Olhão. Todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong>
<dt class="wp-caption-dt"><strong><img class="size-medium wp-image-588 alignleft" title="Cartaz Teatro Pechão" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao-206x300.jpg" alt="Cartaz Teatro Pechão" width="206" height="300" /></strong></dt>
<p> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/teatro_pechao.jpg" target="_blank"><strong><strong> </strong></strong></a></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Auto da Vida e da Morte<br />
</strong>de António Aleixo</p>
<p style="text-align: center;">pelo Teatro Experimental de Lagos<br />
com encenação de Silménia Magalhães</p>
<p style="text-align: center;"><strong>07 Março 2009 (Sábado) 22h00</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Março, o teatro, a arte mais nobre de representar, esteve em destaque em Pechão com alguns dos melhores grupos algarvios a visitarem aquela Freguesia do Concelho de Olhão.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os espectáculos decorreram no espaço multiusos daquela Junta de Freguesia e a exposição ficou patente ao público até 27 Março 2009.</p>
<p style="text-align: center;">+ info » <a title="Auto da Vida e da Morte" href="http://www.ajtel.org/espectaculos/auto-da-vida-e-da-morte/" target="_self">www.ajtel.org/espectaculos/auto-da-vida-e-da-morte/</a><span id="HtmlPlaceholderCorpo"><a href="http://www.ajtel.org/?page_id=181" target="_self"></a></span></p>
<div id="attachment_1469" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/2009_03_jornal_noticias_lagos.gif" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1469" title="2009_03_jornal_noticias_lagos" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/2009_03_jornal_noticias_lagos-300x76.gif" alt="2009_03_jornal_noticias_lagos" width="300" height="76" /></a><p class="wp-caption-text">Jornal &quot;Notícias de Lagos&quot; Março 2009</p></div>
<p><img class="size-full wp-image-1468 alignleft" title="noticiasdelagos" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/noticiasdelagos_web.jpg" alt="noticiasdelagos_web" width="236" height="53" /></p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p><a href="http://noticiasdelagos.com/" target="_blank">http://noticiasdelagos.com/</a></p>
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		<title>TEL a divulgar arte teatral desde 1972</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 09:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Festa]]></category>
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		<description><![CDATA[O TEL (Teatro Experimental de Lagos) foi fundado em 1972 e continua a desenvolver o seu trabalho em prol da cultura teatral em Lagos. No âmbito da Alcultur o TEL vai participar com uma acção de rua e com a actuação de um grupo de música hip-pop. Para sabermos mais sobre esta associação ouvimos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O TEL (Teatro Experimental de Lagos) foi fundado em 1972 e continua a desenvolver o seu trabalho em prol da cultura teatral em Lagos. No âmbito da Alcultur o TEL vai participar com uma acção de rua e com a actuação de um grupo de música hip-pop. Para sabermos mais sobre esta associação ouvimos a sua presidente da Direcção, Silménia Magalhães.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Como surgiu o Teatro Experimental de Lagos (TEL)?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; O TEL foi fundado em 1972 por João da Conceição Silva, que infelizmente já faleceu. Ele esteve à frente do grupo até à década de 90 e devido à sua idade avançada deu o lugar a outras pessoas. Em 1997 coube-me a mim estar à frente dos destinos do TEL e cá estou porque ninguém me quis substituir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; E como tem sido este trajecto do TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-819"></span></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Temos tentado levar o barco em frente, com muitas dificuldades como é óbvio porque as associações foram encaradas, até determinada altura, sem a importância que deveriam ter. Em 2002 adquirirmos o estatuto de associação juvenil, somos actualmente a única no concelho de Lagos, isto porque quisemos fazer parte de um programa que o IPJ (Instituto Português da Juventude) implementou, o RENAJE. Quisemos também continuar a usufruir das viagens que o IPJ promove para os jovens. Outra aposta que fizemos quando vim para o TEL foi a formação. Sem formação não se consegue nada e a exigência ao teatro amador é cada vez maior. Quando entrei para a direcção não era necessário pressionar para apresentar espectáculos e hoje em dia isso já não é assim. O teatro profissional está à frente nas opções das câmaras que preferem os grandes nomes e produções. Isso tem vantagens e desvantagens, por um lado obriga o teatro amador a evoluir e por outro lado não existem estruturas para o teatro amador que só sobrevive com subsídios. Quando entrei para a direcção fez-se um curso intensivo com vários profissionais durante três meses em todas as áreas do teatro, colocação de voz, cenários, interpretação, etc. Tivemos uma boa resposta. Voltando à opção teatro profissional/teatro amador, muitas vezes quem contrata grupos profissionais cai no logro porque o que é apresentado não tem a qualidade que devia. Recordo que, há uns anos, fui ver uma peça de Sofia de Melo Breyner, que nós por acaso tínhamos feito anteriormente, e fiquei decepcionada. Como amadores fizemos muito melhor. E isto já aconteceu várias vezes. Mas com esta crise se calhar o teatro amador vai ser mais procurado porque é mais barato. Pode ser que se inverta a situação que tem levado à extinção de grupos, sobretudo no Algarve.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Ainda em relação à formação, ela é efectuada todos os anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Nós todos os anos fazemos formação, não só para os elementos que compõem o grupo, mas também aberta à comunidade exterior. A última foi em Novembro com 18 pessoas inscritas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Qual é o critério para a escolha das peças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Nós trabalhamos com encenadores profissionais e por isso a maioria das vezes pedimos para eles trazerem a peça, porque é mais fácil serem eles a escolherem uma peça que se enquadre com a sua forma de trabalhar e com os actores disponíveis. Nos últimos tempos temos também optado por temáticas. Este ano estamos a apostar no tema da exclusão social e intervenção. Em meados de Abril deve estrear uma peça de Spiro Scimone que é &#8220;A Festa&#8221;. Estamos a ensaiar o espectáculo &#8220;O Canto das Palavras&#8221; para o Dia Mundial da Poesia, que vai estrear na Biblioteca Municipal de Lagos &#8211; Dr Júlio Dantas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Quantos elementos fazem parte do TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Concretamente é impossível dizer, porque como somos uma associação juvenil, um dos problemas que existe é que os jovens chegam ao 12º ano e vão-se embora. Às vezes é um trabalho inglório porque damos formação a partir dos 9 e 10 anos, mas quando estão bons para fazer um trabalho mais sério e de mais qualidade eles vão embora, para as universidades. Neste momento temos cerca de 25 elementos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Qual é o critério de escolhas de actores? Quem quiser pode aparecer, como funciona?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Ainda agora para a peça que estamos a encenar fomos buscar um actor que não faz parte do grupo, trabalhou noutro grupo mas enquadrava-se na peça. Normalmente os jovens que desejem fazer teatro podem aparecer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Quantas peças são representadas por ano?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Tentamos sempre que sejam duas por ano, para além do teatro de rua.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Há dias foi apresentada uma peça, da autoria de Nelda Magalhães, no âmbito do Projecto Naia&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Sim, foi a peça &#8220;Do Outro Lado&#8221;, a partir de criação colectiva dos alunos do Projecto, trata de um grupo de jovens confrontados com a realidade inóspita dos dias de hoje no meio escolar, social e familiar, revelando esconder segredos de forma a conseguirem sobreviver. O espectáculo irá ser apresentado pelas escolas EB 2, 3 do Concelho de Lagos, com várias apresentações para a comunidade escolar. Serão também promovidos debates após as representações sobre os temas abordados na peça e que são saúde juvenil, relação familiar, social e situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; E quanto a instalações, qual é o ponto da situação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Como se vê isto tem um aspecto engraçado mas chove cá dentro, há necessidade de colocar alguidares. É gelado e não se pode estar aqui de Inverno, tivermos de ir trabalhar para uma casa que fica aqui perto. É um problema de difícil resolução porque as obras ficam muito caras e o edifício não é da Câmara Municipal de Lagos e não se justifica. Aqui ao lado temos um espaço que a Câmara nos cedeu para oficina, realmente é maior que o que tínhamos e ainda há dias fiz um oficio à Câmara a solicitar um corredor que fica da parte de dentro, porque o espaço era óptimo para fazermos pequenas apresentações dos nosso trabalhos. Seria interessante até porque é difícil o agendamento de espectáculos no Centro Cultural de Lagos. O plano tem de ser feito com muito tempo de antecedência e isso é difícil para quem trabalha com jovens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; E como tem sido a resposta das pessoas de Lagos às vossas peças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; As pessoas aderem bem, não temos tido razões de queixa, quer nas nossas peças quer também no festival de teatro. Também se deve ao facto das entradas serem grátis. Defendo que todas as pessoas têm direito à cultura, tenham ou não dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Recentemente o TEL co-organizou o Congresso Nacional de Teatro Amador. Qual o balanço que se pode fazer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; A organização foi da ANTA (Associação Nacional de Teatro Amador), que luta pela defesa do teatro amador em todo o país. Desde a sua fundação que somos filiados (o único grupo do Algarve) e neste momento fazemos dos órgãos sociais. A associação reúne-se de seis em seis meses em todo o país. E desta vez foi-nos solicitado a nós que organizássemos o fórum, o próximo será em Santa Maria da Feira. Este fórum deu muito trabalho mas correu bem, estiveram presentes 184 pessoas, de 27 grupos de teatro, na que foi a maior adesão de sempre. Estiveram cá óptimos formadores e acho que foi muito positivo, pelo menos muita gente nos deu os parabéns.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Ou seja, apesar das dificuldades há dinamismo no teatro amador?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Sim, mas sobretudo no norte do país. A realidade é diferente, as câmaras apoiam mais e há mais interesse por parte das autarquias do que no sul. Não estou com isso a falar da Câmara de Lagos que, com este presidente, deu um salto bastante significativo nos apoios ao TEL quer logístico, quer financeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Para além do teatro o TEL tem outras actividades&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Temos um projecto, Saidusufá e Bombaí, que visa dar apoio a iniciativas juvenis. Não somos nós que promovemos, mas são os jovens que nos procuram e dizem o que gostariam de fazer e a associação apoia. No ano que passou apoiamos três projectos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Quantos associados tem o TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Temos 260 associados, sendo a maioria jovens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Quais os apoios que têm?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Para além da Câmara Municipal de Lagos, temos apoios do Instituto Português da Juventude, da Direcção Geral das Artes, fazemos também alguma receita de bilheteira e alguns patrocínios. Outras receitas provêm das acções de formação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>P &#8211; Em relação ao futuro, quais as principais expectativas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Há eleições por estes dias e entrará uma nova direcção. Encontram-se sempre pessoas que querem entrar para o grupo, mas para representar, para cenografia, produção, etc já é mais difícil. Quanto às expectativas de futuro, defendo que isto tem de levar uma mudança, porque, tudo indica, que vai haver cortes no apoio por parte de todas as entidades e temos de pensar em alternativas. O futuro será reduzir as actividades e se calhar enveredar pelo caminho que muitos grupos estão a seguir, trabalhar com menos gente e pensar num cariz mais profissional que tente rentabilizar e de alguma maneira dar a conhecer o nosso trabalho.<img class="alignleft size-medium wp-image-1490" title="voz_das_freguesias" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/voz_das_freguesias-300x52.gif" alt="voz_das_freguesias" width="180" height="31" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>3 de Março de 2009 </strong>Jornal &#8220;Voz das Freguesias&#8221;<strong> Especial: Cultura em Lagos<br />
</strong><a href="http://www.vozdasfreguesias.com/" target="_blank">http://www.vozdasfreguesias.com/</a><strong></strong></p>
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		<title>TEL no III Fórum Permanente de Teatro de Amadores</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 21:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança / Dance]]></category>
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		<description><![CDATA[A ANTA &#8211; Associação Nacional de Teatro de Amadores, em colaboração com o Teatro Experimental de Lagos, organizou o III Fórum Permanente de Teatro de Amadores, que teve lugar em Lagos, entre 30 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2009. Teve como objectivo prioritário a veiculação de formação em áreas diversas das artes do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/01/avm_tel_2009.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-1692" title="avm_tel_2009" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/01/avm_tel_2009-300x224.jpg" alt="avm_tel_2009" width="238" height="177" /></a>A<span style="color: #000000;"> ANTA &#8211; Associação Nacional de Teatro de Amadores, </span>em colaboração com o <strong>Teatro Experimental de Lagos, </strong>organizou o III Fórum Permanente de Teatro de Amadores, que teve lugar em Lagos, entre 30 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Teve como objectivo prioritário a veiculação de formação em áreas diversas das artes do espectáculo (formação de actores, luminotecnia, produção, construção de adereços, &#8230;), reunindo na cidade algarvia grupos de teatro amador de todo o país, potenciando o intercâmbio e troca de experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Houve lugar para a apresentação de dois espectáculos da companhia anfitriã, a Associação Teatro Experimental de Lagos:</p>
<p style="text-align: justify;">Sexta<strong> </strong>30 Janeiro / &#8220;<strong>Auto da Vida e da Morte</strong>&#8220;, de António Aleixo, com encenação de Silménia Magalhães, espectáculo de teatro, poesia e dança;</p>
<p style="text-align: justify;">Sábado 31 Janeiro / <strong>&#8220;STREET BOY &amp; Md&#8221;</strong>, Concerto de Hip Hop. O grupo “Street Boy &amp; Md” é apoiado pelo <strong><em>Projecto Saidusufá e Bombaí</em> </strong>da<strong> <em>Associação Teatro Experimental de Lagos</em></strong><em>.</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.inatel.pt/" target="_blank"></a></span><span style="color: #000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1337" title="forumjan09_encerramento" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/01/forumjan09_encerramento.jpg" alt="forumjan09_encerramento" width="640" height="231" /></span></p>
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		<title>Governadora Civil veio dar “A Vez e a Voz aos Jovens”</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 09:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias e Memórias / Histories and Memories]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal "Notícias de Lagos"]]></category>
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		<description><![CDATA[A Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, esteve em Lagos com o intuito de visitar as instalações do Espaço Jovem e a sede do TEL – Teatro Experimental de Lagos, instalada nesse equipamento municipal. Esta visita decorreu no âmbito da “Agenda Temática” dedicada à juventude, que decorrerá durante o mês de Novembro. “A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Governadora Civil do Distrito de Faro, Isilda Gomes, esteve em Lagos com o intuito de visitar as instalações do Espaço Jovem e a sede do TEL – Teatro Experimental de Lagos, instalada nesse equipamento municipal. Esta visita decorreu no âmbito da “Agenda Temática” dedicada à juventude, que decorrerá durante o mês de Novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Vez e a Voz aos Jovens” é o tema desta sexta edição das Agendas Temáticas, conjunto de iniciativas promovidas pela Governo Civil de Faro, com vista à divulgação dos inúmeros projectos desenvolvidos na região pelos serviços públicos e a sociedade civil.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito desta edição, a primeira visita, que contou, também, com a presença da Directora Regional do IPJ, Sara Brito, do Presidente da Assembleia Municipal de Lagos, Paulo Morgado e do Executivo Municipal lacobrigense, serviu para conhecer o funcionamento do Espaço Jovem e da Associação TEL.</p>
<p style="text-align: justify;">Isilda Gomes ficou a conhecer todas as actividades que se desenvolvem no Espaço Jovem, chegando a afirmar que eram “umas instalações fantásticas” e, mais tarde, falou com Silménia Magalhães, da direcção do TEL, para ficar a par das actividades desta associação.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, a Governadora mostrou-se muito satisfeita com o que conheceu, afirmando que “a Câmara Municipal de Lagos está de parabéns e prima pela dignidade com que trata os seus jovens”. Chegando a caracterizar o Espaço Jovem como sendo “um espaço sem gravata”, ou seja, “informal e muito à imagem dos jovens”, lembrou que o “poder central, poder local e associativismo devem ser um triângulo indissociável”, uma vez que defende que “só trabalhando em parcerias é que conseguimos alcançar objectivos”, que neste caso “será formar públicos para o futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando que “o associativismo juvenil tem, no Algarve, uma expressão muito significativa”, a Governadora Civil considerou que é importante divulgá-lo e dinamizá-lo uma vez que “acaba por constituir uma porta aberta ao empreendedorismo”.</p>
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		<title>&#8220;Auto da Vida e da Morte&#8221; na Biblioteca Municipal de Lagos</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 21:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dança / Dance]]></category>
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		<category><![CDATA[Biblioteca Municipal Lagos]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal "Notícias de Lagos"]]></category>
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		<category><![CDATA[Silménia Magalhães]]></category>

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		<description><![CDATA[Auto da Vida e da Morte de António Aleixo pelo Teatro Experimental de Lagos 20 Março 2008 (5ªf) 21h00 na Biblioteca Municipal de Lagos &#8211; Dr. Júlio Dantas Rua Dr. Júlio Dantas, 4, Lagos Tal como já vem sendo tradição, o Teatro Experimental de Lagos associa-se uma vez mais à Biblioteca Municipal para assinalar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2008/05/flyersemdata.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2332" title="Cartaz_Auto_Vida_Morte" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2008/05/flyersemdata-152x300.jpg" alt="Cartaz_Auto_Vida_Morte" width="137" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Auto da Vida e da Morte</strong></p>
<p style="text-align: center;">de António Aleixo</p>
<p style="text-align: center;">pelo Teatro Experimental de Lagos</p>
<p style="text-align: center;"><strong>20 Março 2008 (5ªf) 21h00</strong></p>
<p style="text-align: center;">na Biblioteca Municipal de Lagos &#8211; Dr. Júlio Dantas<br />
Rua Dr. Júlio Dantas, 4, Lagos</p>
<p style="text-align: center;"><span id="HtmlPlaceholderCorpo">Tal como já vem sendo tradição, o Teatro Experimental de Lagos associa-se uma vez mais à Biblioteca Municipal para assinalar a passagem do Dia Mundial da Poesia, este ano com o &#8220;Auto da Vida e da Morte&#8221;, de António Aleixo. </span></p>
<h2 style="text-align: center;">Notícias de imprensa</h2>
<p style="text-align: justify;">O espectáculo reune as áreas do teatro, da dança e da poesia para dar &#8220;vida e morte&#8221; ao texto perspicaz de António Aleixo, que, com palavras simples, critica uma sociedade consumista, mas cheia de um grande vazio de grandeza humana.</p>
<p style="text-align: justify;">De estética futurista e ousada, &#8220;<strong>Auto da Vida e da Morte</strong>&#8221; contou com a encenação de Silménia Magalhães e coreografia de Maria João Alcobia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignleft size-full wp-image-1468" title="noticiasdelagos_web" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/noticiasdelagos_web.jpg" alt="noticiasdelagos_web" width="236" height="53" />Excerto do texto publicado no Jornal &#8220;Notícias de Lagos&#8221; Março 2008<br />
<a href="http://noticiasdelagos.com/" target="_blank">http://noticiasdelagos.com/</a></p>
<p style="text-align: center;">+ info » <a title="Auto da Vida e da Morte" href="http://www.ajtel.org/espectaculos/auto-da-vida-e-da-morte/" target="_self">www.ajtel.org/espectaculos/auto-da-vida-e-da-morte/</a><span id="HtmlPlaceholderCorpo"><a href="http://www.ajtel.org/?page_id=181" target="_self"></a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>“É mais difícil representar na rua do que em palco.”</title>
		<link>http://www.ajtel.org/2007/01/23/%e2%80%9ce-mais-dificil-representar-na-rua-do-que-em-palco%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.ajtel.org/2007/01/23/%e2%80%9ce-mais-dificil-representar-na-rua-do-que-em-palco%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 09:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>TEL</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TEL, Teatro Experimental de Lagos, começou-se a impor, a alargar e a conquistar o seu próprio público na comunidade lacobrigense. Nascido do entusiasmo e dedicação de Conceição e Silva, teve continuação graças ao entusiasmo de alguns que consigo contracenaram e que se deixaram seduzir pela arte de representar. E desses nomes que vêm do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O TEL, Teatro Experimental de Lagos, começou-se a impor, a alargar e a conquistar o seu próprio público na comunidade lacobrigense. Nascido do entusiasmo e dedicação de Conceição e Silva, teve continuação graças ao entusiasmo de alguns que consigo contracenaram e que se deixaram seduzir pela arte de representar. E desses nomes que vêm do grupo original, pode-se contar com Silménia Magalhães que tem sido o rosto mais visível a dar continuidade a esse projecto inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se conhecer melhor esta personalidade, se compreender a sua dedicação e todo o percurso que o TEL vem fazendo no campo da representação com iniciativas inovadoras, fomos falar com Silménia Magalhães que começou por <span id="more-812"></span>revelar a forma como se deixou apanhar pelas malhas do TEL de então. Nesta sua revelação, dir-nos-ia que, logo aos 18 anos, começou a pisar os palcos pela mão de Conceição e Silva. Daí em diante, não mais parou e, para dar continuidade ao trabalho do mestre, acabou por se tornar a presidente do grupo, após a retirada de Conceição e Silva por motivos de doença. Poder-se-ia pensar que o TEL, após a retirada do seu fundador, se iria eclipsar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Silménia, com entusiasmo e poder de persuasão, deu-lhe força e ousou até abrir-lhe as portas ao exterior. Com efeito, para além dos palcos de Lagos, o TEL já começa a percorrer os palcos de outras localidades pelo Algarve adiante. Mas para além desta sua expansão, procurou adaptar-se aos tempos e trilhar os caminhos da inovação. Foi neste sentido que, em 2002, se transformou em associação juvenil para concorrer ao PAAJ e continuar a garantir os apoios do Instituto Português da Juventude. Ao direccionar o seu trabalho especialmente para os jovens, inaugura o chamado teatro de rua que, além de ser uma vertente nova da sua arte de representar, dá-lhe mais visibilidade e uma aproximação maior de determinados públicos da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nos falar deste percurso, das suas expectativas, das suas dificuldades e da sua vontade em as vencer, Silménia Magalhães, no seu estilo simples e despretensioso, faz-nos percorrer os caminhos do TEL. E se quisermos penetrar no mundo do Teatro Experimental de Lagos e conhecermos o seu passado, o seu presente e as suas perspectivas de futuro, o melhor é percorrer as páginas desta entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-813" title="silmenia" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2009/03/silmenia.jpeg" alt="silmenia" width="300" height="225" />Correio de Lagos &#8211; O TEL é o grupo de teatro mais antigo de Lagos. Considera que, passados tantos anos, já têm uma posição segura na sociedade lacobrigense</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Silménia Magalhães &#8211; Penso que sim. Temos trabalhado para isso. Mas, no contexto da sociedade em que vivemos, é difícil afirmá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Poder-se-á dizer que, agora, o Teatro Experimental de Lagos já está bem alicerçado ou as suas estruturas ainda não são suficientes para continuar, independentemente da actual equipa dirigente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Ainda nos falta muita coisa. Mas, se durante todos estes anos sempre fizemos teatro com poucos alicerces, claro que vamos continuar a trabalhar e a lutar para, aos poucos, irmos construindo os alicerces que nos faltam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Sente que já têm um público fiel aos espectáculos do TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S.M. &#8211; Sim, penso que já temos o nosso público, há determinadas pessoas que vão sempre ver os nossos espectáculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Poder-se-á dizer que o TEL nasceu a partir de uma espécie de teimosia de querer representar a &#8220;Ceia dos Cardeais&#8221; de Júlio Dantas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Não. O TEL nasceu do sonho e da vontade de um grande homem, Conceição e Silva, que foi um pai para nós e com quem aprendi muito. O nosso primeiro trabalho foi a peça &#8220;O Urso&#8221;, de Tchekhov. Só mais tarde fizemos a &#8220;Ceia dos Cardeais&#8221; de Júlio Dantas. Mas, sim, essa peça teve um grande impacto, daí, ainda hoje, estar na memória das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Este renascer do teatro em Lagos fica ou não a dever-se muito a Conceição e Silva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>S. M. &#8211; Sim, claro. Quando formou este grupo não havia teatro na cidade e ele já tinha estudado teatro em Lisboa. Foi, de facto, o grande impulsionador do TEL.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Depois desta primeira etapa que foi muito marcada pela insistência e persistência de Conceição e Silva, este vosso fôlego tem muito a ver com o dinamismo e o entusiasmo da Silménia. Já tinha, anteriormente, outros contactos com o teatro ou apenas começou com o TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; A continuação do Grupo partiu da vontade de um conjunto de pessoas que na altura faziam parte do TEL. Eu tomei conhecimento desta arte através do Conceição e Silva. Tinha, na altura, 18 anos e nunca tinha feito parte de nenhum outro grupo de teatro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Quem são os membros do TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Os membros do TEL são um conjunto de pessoas teimosas que lutam todos os dias pelos seus sonhos e valores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Existe alguma característica que os distinga?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S.M. &#8211; Nada mais nos distingue. Somos todos loucos!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Há algum membro que esteja desde o começo do grupo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Que me lembre, desde o 1º dia, só eu, o José Bandarra e o Júlio Barroso. Pouco tempo depois, entraram o José Torres, a Célia Catela, a Maria João Montes e a Madalena Luz. São pessoas que deram muito ao teatro e continuam a dar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Quais são os géneros teatrais das peças do TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Não temos géneros específicos. Às vezes, são os géneros que os encenadores sugerem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Além das peças teatrais, também fazem outros tipos de animação cultural, como a animação de rua. Quais são as que têm tido mais adesão do público?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; A partir de 2002, quando formámos uma Associação Juvenil, e com a colaboração da Nelda Magalhães que tem desenvolvido um trabalho extraordinário com os jovens, aventurámo-nos por esta área, indo também ao encontro do gosto deles. Sem dúvida que um dos trabalhos que impulsionou o grupo a continuar foi a peça de rua &#8220;Fel&#8221;. É difícil dizer quais as que têm tido maior adesão. Na rua há sempre público e uns trabalhos agradam a uns e a outros não.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Como é que as vossas peças têm sido recebidas, por exemplo, pelo público mais jovem?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Nos trabalhos de rua, os jovens costumam ser o nosso público-alvo e também nos trabalhos de palco, cada vez mais se vê jovens a assistir. Nos últimos anos, quer da parte das Câmaras, quer da parte das associações, todos temos trabalhado para essa meta &#8211; ir ao encontro dos jovens e tentar inseri-los em actividades culturais e desportivas &#8211; que era uma das grandes lacunas desta cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Quando escolhem uma nova peça para representar têm em atenção as preferências do público ou os critérios são outros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Quando escolhemos uma nova peça, costumamos dar maior atenção àquelas que tenham, sobretudo, uma mensagem. Depende, depois, do trabalho dos actores conseguir passá-la ao público.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; O TEL também costuma participar nas festas de Lagos, como a Arte Doce e o Festival dos Descobrimentos. É difícil surpreender o público que, normalmente, é o mesmo, ano após ano?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; O público de rua nunca é o mesmo, exceptuando os familiares e amigos dos actores. Por isso, não é por aí que o podemos surpreender. Mas, sim, pela qualidade e rigor do trabalho. Embora a maioria das pessoas pensem o contrário, é mais difícil representar na rua do que no palco. Só para dar um exemplo, enquanto num palco se está uma hora em cena, na rua desde que se transpõe a porta está-se em personagem e, até que regressemos, podem passar duas ou três horas ou às vezes mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; O TEL aposta na formação dos seus elementos com a promoção e organização de workshops. Com que regularidade fazem estas formações e quais as áreas que abordam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Todos os anos fazemos formações ou workshops, uma ou duas vezes. Este ano decorreu uma formação de Março a Junho e, em Dezembro, fizemos um Workshop de dança criativa direccionada a actores. As formações abordam várias áreas, desde o movimento e construção da personagem até ao auto-conhecimento físico e psíquico. Há sempre muita gente inscrita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; De que formas atraem elementos novos para o grupo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Através das formações e, também, há pessoas que sabem que o grupo existe e inscrevem-se.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Além da vertente cultural, qual é a mensagem ou a função que o TEL procura mostrar às pessoas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Com os mais jovens, é ensiná-los a trabalhar em grupo e a partilhar. Depois, a conhecerem-se a si próprios e aumentar-lhes a auto-estima e, sobretudo, ensinar-lhes o que é o associativismo. Muitas vezes, as pessoas vêm para o grupo só com intuito de fazer teatro. Mas, para além do teatro, somos uma associação e isso significa trabalhar em equipa, integrarmo-nos nela e dar de nós aos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O TEL e os outros grupos de teatro de Lagos</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; O TeatrOficina de Duval Pestana dedica-se a um género mais formal e com um grau de abstracção bastante acentuado. Há algum diálogo entre o TEL e o TeatrOficina ou cada um segue o seu caminho de costas voltadas uns para os outros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; O Duval Pestana tem feito um excelente trabalho com os jovens. O TEL não está de costas voltadas para ninguém. Já fizemos um trabalho com o TeatrOficina e o Teatro da Câmara, que o Duval encenou. Fizemos ainda um trabalho com a Filarmónica. E continuamos abertos a parcerias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Qual a principal diferença entre o trabalho feito pelo TEL e por outros grupos de teatro de Lagos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Não vejo diferença alguma. Todos trabalhamos em prol da cultura e da arte. Isso é o importante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Actualmente, vê-se o teatro como uma ocupação importante para todas as faixas etárias. Nesse sentido, em Lagos, também já existe, há alguns anos, um grupo de teatro sénior. No entanto, em relação aos mais novos, esta súbita atracção pelo teatro não terá a ver com o surgimento de novelas juvenis e com o facto de quererem ser como as personagens que vêem na TV?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; É natural que alguns jovens se sintam atraídos pelas novelas. Mas, compete-nos a nós mostrar-lhes outros tipos de atracção. Muitas vezes, eles acabam por descobrir que, afinal, gostam mais de mexer no som, pintar ou desenhar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Alguma vez se deparou com a situação de alguém querer entrar para o TEL devido ao poder de atracção deste ou daquele personagem, como por exemplo, as dos Morangos ou da Floribela?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Não. É possível que esse tenha sido o intuito, mas depressa se interessam por outro tipo de interesses e actividades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Há pouco tempo a Câmara aceitou um protocolo com a ACTA. O que falta, ainda, fazer em Lagos para levar as pessoas a assistir ao teatro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; O que falta fazer em Lagos é o que falta fazer em todo o país. Faltam-nos as bases. Não se pode construir uma casa sem alicerces. Precisamos de construir os públicos e apostar numa boa dinamização e publicidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Considera Lagos como uma cidade com tradição teatral?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Penso que sim. Embora com alguns interregnos, Lagos sempre foi uma cidade onde o teatro foi um marco cultural.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; O dinamismo que o Teatro Experimental de Lagos tem evidenciado é para dar continuidade a essa tradição ou é para inaugurar uma nova forma de representar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Como diz o poeta: sempre que um homem sonha, o mundo pula e avança. Enquanto o sonho é possível, vamos tentando ser dinâmicos. Quanto a novas formas de representar, cada dia é um novo dia e há muito a fazer e a aprender. Muitas vezes, essas formas estão dentro de nós sem sabermos que elas existem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Quais são as entidades que apoiam o TEL em termos financeiros? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; A Câmara Municipal de Lagos, o Instituto Português da Juventude e a Direcção Regional do Ministério da Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; É suficiente para todo o trabalho que fazem ao longo do ano?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S.M. &#8211; Claro que nunca é suficiente. Se mais tivéssemos, mais faríamos. No entanto, sem o apoio da Câmara Municipal, metade do que se tem feito não teria sido possível. Se, nos últimos anos, o TEL tem conseguido apresentar tantas actividades deve-se, sobretudo, ao apoio da Câmara.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Agora, com os cortes da União Europeia para Portugal, acha que, directa ou indirectamente, o TEL vai ser muito prejudicado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Ainda não sei a que ponto, mas é claro que todos iremos ser afectados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; O que é que necessitam com mais urgência para poderem desenvolver a vossa acção?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; O que mais necessitamos é de uma viatura para transporte de actores e cenários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Como é que avalia, em termos dos resultados do TEL, o ano que acaba de nos deixar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Penso que foi positivo pelos apoios e estruturas que tivemos. Mais seria impossível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Que planos é que têm para o ano que se está a iniciar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Já estamos em ensaios com dois trabalhos &#8211; uma peça para a infância, &#8220;Quem ajuda a Abelha Amélia?&#8221;, um trabalho criado e encenado pela Nelda Magalhães, a estrear no dia 6 de Março. E uma peça de palco, &#8220;Cabaret Café Teatro&#8221;, uma peça em estilo musical criada e encenada por Ruben Garcia, que estreia a 15 de Março. Mais tarde, vamos iniciar dois projectos inovadores na associação. Para o primeiro, o Projecto Naia, iremos começar uma formação contínua com as crianças das aulas de teatro do ensino extracurricular que, este ano, transitaram para o 1º ciclo. O Projecto Saidusufá e Bombaí visa sensibilizar outra camada de jovens, os jovens inactivos, que passam o tempo presos à Internet e à televisão. A ideia é organizar convívios e levá-los a visionar espectáculos, concertos, visitas culturais a museus, exposições, acontecimentos desportivos, entre outros. Para esta actividade será essencial uma viatura, daí que tenhamos isto como prioridade, porque contamos levá-los a várias regiões do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; De que orçamento dispõem para que esse plano se possa pôr de pé?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; De momento não sabemos. Estamos, ainda, a iniciar as candidaturas aos apoios para o ano de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>C. de L. &#8211; Quais as perspectivas de futuro para o TEL?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">S. M. &#8211; Não gosto de impor metas mas, sim, de ir dando um passo de cada vez. Esse tem sido o nosso percurso. No futuro mora o sonho. Fazer teatro é sonhar e sem sonho não há teatro.<img class="size-full wp-image-1573 alignright" title="correiodelagos_web" src="http://www.ajtel.org/wp-content/uploads/2007/01/correiodelagos_web.jpg" alt="correiodelagos_web" width="179" height="29" /></p>
<p style="text-align: left;">Silménia Magalhães <strong>Presidente do Teatro Experimental de Lagos</strong></p>
<p style="text-align: left;">Correio de Lagos | 23-01-2007 | <a href="http://www.correiodelagos.pt/" target="_blank">http://www.correiodelagos.pt/</a></p>
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