Abr 17 2009

Sobre Ruben Garcia

Ruben_GarciaAos 18 anos inicia-se como actor no Teatro Experimental de Lagos. Participa em várias peças de teatro, das quais destaca: Antígona de Sófocles, Bogart, Mulheres e Aspirinas, de Woody Allen, D. Rosinha, a Solteira de Garcia L’Orca, A Estreia, adaptação de O Meu Caso, de José Régio, onde participa como actor e faz a sua primeira encenação. Encena com o TEL as peças Cucateile, adaptação do texto Café, de Spiro Scimone (2005), A Voz Humana, de Jean Cocteau (2005) e Cabaret Café Teatro, de sua autoria (2007).

Em 2001/2002 faz o curso da ACT – Actores para Cinema e Televisão, onde é aluno de Nicolau Breyner, António Pedro Vasconcelos e João Canijo, entre outros.

A convite do encenador Paulus Manker, integra três vezes o elenco do espectáculo ALMA, em Lisboa, Los Angeles e Viena de Áustria. No período entre Estados Unidos e Áustria passa pelo Teatro a Barraca, pela companhia de Filipe La Féria e pelo Teatro do Chiado Mário Viegas.

Para além do teatro, a sua actividade multiplica-se pelo cinema em curtas-metragens e publicidade televisiva. Em breve participará numa longa-metragem em Portugal e numa outra em Berlim. Tem trabalhado como profissional ao lado de actores como Simone de Oliveira, Maria de Céu Guerra, Nuno Mello, Luís Esparteiro, entre outros.

Maio 2009

+ info » http://www.rubengarciaactor.blogspot.com/

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Dez 14 2008

Sobre Spiro Scimone

Nasceu em 1964 em Messina, Sicília. Estudou numa escola de teatro em Milão e, juntamente com o seu colega Francesco Sframeli, representou Beckett, Mrozek e Havel.

Em 1994 escreveu a primeira peça, Nunzio, que enviou ao encenador Carlo Cecchi. Foi a partir desse encontro que começou a sua companhia própria e a escrita de peças “não por ter necessidade de escrever”, diz ele, “mas para imaginar uma partitura, um material que possa ser possuído pelo corpo, a alma e a voz até obter uma língua de teatro”. A Nunzio (que em 2001 adaptou ao cinema com o título Due Amici, tendo vencido o Leão do Futuro no Festival de Veneza 2002), seguiram-se Café e A Festa.

Spiro Scimone esteve presente no Festival de Almada 2002 a convite dos Artistas Unidos e com o apoio do Instituto Italiano de Cultura. Regressou em 2003 com a sua produção de La Festa. Il Cortile (O Saguão) foi estreado em 6 de Setembro de 2003 em Gibbellina com encenação de Valerio Binasco, cenografia de Titina Maselli, luz de Beatrice Ficalbi e interpretação de Francesco Sframeli, Spiro Scimone e Nicola Rignanese e apresentado no Teatro Taborda em Abril de 2005.

Maio 2009

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